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sábado, 30 de abril de 2016



Temer, vai pagar o pato.
Irmão de Zico reprovou filha de Eduardo Cunha em exame de carta e acusa perseguição

Posto Detran-RJ Ilha do Fundão Rio de Janeiro

O que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, tem a ver com a família de Zico, um dos maiores jogadores da história? Muito mais do que você imagina...
Eduardo Cunha Presidente Camara Deputados
Em caso revelado pelo jornal O Globo, o irmão do "Galinho", Antônio Antunes Coimbra (popular Tunico), acusa Cunha de perseguí-lo depois de ter reprovado a filha do deputado, Camilla Ditz da Cunha, em exame de carteira de motorista do Detran do Rio de Janeiro, em 5 de junho de 2008, na Ilha do Fundão.
Segundo Tunico, Camilla foi reprovada na prova de baliza, primeiro por não dar seta na hora de indicar que estava estacionando (três pontos de punição) e depois por tentar sair da vaga com o freio de mão puxado (mais dois pontos). O irmão de Zico, que era o examinador exterior (havia outro dentro do carro), foi o responsável por comunicar a garota da reprovação. Mal sabia ele o que iria acontecer com a sua vida...
Pouco após o ocorrido, Tunico nunca mais foi chamado para fazer os exames. Dias depois, ficou sabendo que estava na mira de Eduardo Cunha, que à época era "apenas" o vice-líder do PMDB na Câmara (desde 1º de fevereiro de 2015, ele é presidente).
Em carta enviada ao Detran, o deputado acusou Coimbra de tentar extorquir sua filha. O irmão de Zico, em tempo recorde, foi submetido a uma sindicância interna e acabou suspenso por 30 dias, sem salário e sem poder realizar mais exames.
Desde então, Tunico tenta reverter o processo, que tramita desde 2009, na 8ª Vara da Fazenda Pública do Rio de Janeiro. Em sua defesa, ele usou até um e-mail enviado pelo então governador do RJ, Sérgio Cabral, ao presidente do Detran, Sebastião Faria, no qual o político elogia a família Coimbra e detona Eduardo Cunha.
"A família Antunes é sinônimo de honestidade e caráter. Esse senhor [Cunha] que acusa um membro da família é sinônimo do que há de pior na vida pública brasileira. Por favor, se inteire e coloque os pingos nos is!", escreve Cabral, antes de arrematar. O e-mail foi escrito por Cabral a pedido de Edu Antunes Coimbra, o outro irmão de Zico, que jogou no Vasco, no Flamengo e na seleção brasileira, além de ter sido, depois da aposentadoria, treinador do escrete nacional, além de Botafogo e Fluminense.
"Fiz tudo o que podia. Minha família deu todo o apoio. Um dos meus irmãos, Edu, chegou a apelar a Sérgio Cabral. O governador prometeu para mim, num jogo beneficente no Maracanã, que tomaria providências. Mas nada aconteceu. Prevaleceu a palavra do Eduardo Cunha", reclamou Tunico, ao O Globo.
Procurado pelo jornal, a assessoria de Cunha disse que "tudo o que o presidente (da Câmara) tem a falar foi dito à época e por escrito". O Detran, por sua vez, confirmou a punição a Tunico, mas não quis se manifestar sobre o caso.
Antes da suspensão, o irmão de Zico examinava cerca de 20 candidatos por dia. De acordo com ele, Camilla Cunha foi avaliada por ele e mais um instrutor: Jairo Ferreira de Melo, que acompanhou a candidata dentro do carro. Tunico afirma ter tentado tranquilizar Camilla antes do exame, e, após as falhas da garota, sentiu-se no dever de consolá-la, dizendo que ninguém era infalível e que em breve ela teria outra chance.
Seis dias depois da reprovação da filha, Eduardo Cunha enviou carta ao presidente do Detran, Sebastião Faria, alegando que Camilla havia sido abordada antes do exame por um funcionário do posto do Detran/Fundão, que exigiu R$ 400 para aprová-la. A garota teria recusado, mas, segundo Cunha, percebeu que os outros candidatos haviam pago.
"Em seguida, no momento da prova da minha filha, o fiscal Antônio Antunes Coimbra sequer olhou o que ela fazia, retirou os pontos, alegando que não teria colocado a seta. Confirmei que este fato não aconteceu ao falar ao telefone com o seu instrutor", escreveu o deputado.
A sindicância contra Tunico foi instaurada no mesmo dia, levando só um mês para ser finalizada. Coimbra acabou punido por insubordinação, já que o Detran não recebeu provas da suposta tentativa de extorsão.
No relatório, há sinais de uma suposta confusão envolvendo Tunico no dia do exame de Camilla Cunha e uma denúncia anônima contra o examinador, datada de abril de 2008, no qual um suposto candidato garante ter pago propina ao examinador.
"Reconheço: já bati bota com o presidente de bancas examinadoras. Naquele ano mesmo, no Fudão, me insurgi contra a mudança de traçado da prova, que passou a ter um trecho na contramão. Mas, desonesto, jamais", defendeu-se Tunico.
Hoje aposentado, depois de prestar serviços ao Detran entre 1973 e 2015, o irmão de Zico só lamenta. Como os funcionários ganhavam gratificações por cada exame realizado, ele diz ter sofrido um "baque financeiro".
De acordo com Tunico, a maior prova a seu favor foi o arquivamento do caso na 37ª Delagacia Policial do Rio de Janeiro (na Ilha do Governador). Como Camilla não apareceu para depor, o delegado Fábio Asty Dantas não abriu inquérito policial.

O que A Globo Não Fala, A Record Mostra PSDB Venda do Brasil


https://youtu.be/F8jE6SfqCYw

A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) voltou a dizer no Plenário do Senado que impeachment sem crime de responsabilidade é golpe parlamentar. Para ela, está claro que a presidente Dilma Rousseff não praticou qualquer ato que possa ser enquadrado como crime de responsabilidade.
Fátima Bezerra afirmou que o país assiste a uma oposição que desconsidera o resultado das eleições de 2014 e promove um boicote sistemático ao governo, para inviabilizá-lo. E o pior é que, agora, alguns alegam a crise econômica, a falta de popularidade de Dilma e até mesmo o ‘conjunto da obra’ como motivos para afastar a presidente, criticou a senadora.
— Eu quero inclusive lembrar que, muitas vezes, situações eventuais de crises nas gestões são superadas e os governantes realizam mandatos vitoriosos. Eu dou o exemplo do próprio presidente Lula, que o Brasil inteiro acompanhou. Passou por enormes dificuldades, também com perda de popularidade em 2003 e 2004, quando, inclusive, teve que tomar medidas muito duras, um ajuste fiscal duro.
A senadora Fátima Bezerra também criticou a chamada Ponte para o Futuro, conjunto de medidas que podem ser adotadas, caso Michel Temer assuma a Presidência da República. Segundo ela, essas propostas representarão perda de direitos dos trabalhadores.

Temer e Franco planejam criar conselho para acelerar privatizações


Moreira Franco não terá status de ministro, mas se reportará diretamente a Temer

Concessões, privatizações e parcerias público-privadas vão estar, em um eventual governo Michel Temer, sob responsabilidade de um grupo técnico vinculado à Presidência da República.
O novo órgão, inspirado no governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961), deve ser chefiado por Wellington Moreira Franco, ex-ministro da Aviação Civil e de Assuntos Estratégicos no governo Dilma Rousseff. Moreira Franco não teria status de ministro, mas iria se reportar diretamente a Temer, caso o Senado aprove o afastamento de Dilma.
O grupo técnico seria responsável por deslanchar as concessões que já estão previstas de aeroportos, portos, rodovias e ferrovias, com investimentos estimados em mais de R$ 30 bilhões. Também ficará responsável por qualquer outro tipo de privatização ou até mesmo PPPs, mesmo que de outras áreas, como na saúde.
A inspiração veio de JK, que criou um conselho de desenvolvimento para tirar do papel metas do "50 anos em 5". O novo órgão tem o objetivo de sinalizar ao mercado a intenção do governo de dar velocidade ao programa de concessões das obras de infraestrutura.
"O Estado deve transferir para o setor privado tudo o que for possível em matéria de infraestrutura", diz o documento "A Travessia Social", da Fundação Ulysses Guimarães, do PMDB.
O governo Dilma sempre foi criticado pela forma como tratou as concessões, principalmente por estabelecer regras que espantaram investidores e travaram os leilões.
Advogada diz que PSDB pagou R$ 45 mil pelo parecer do impeachment

Advogada admite que cobrou de R$ 45 mil do PSDB para fazer parecer

A advogada Janaína Paschoal, autora do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff em tramitação no Senado, admitiu a senadores da comissão especial que foi contratada pelo PSDB, juntamente com o jurista Miguel Reale Júnior, para elaborar um parecer do impedimento.  
O PSDB, que está no comando da relatoria do processo no Senado, com o senador Antonio Anastasia, teria elaborado o pedido de impeachment da petista. A advogada não só confessou ter sido contratada pelo partido, como admitiu, na noite de quinta-feira (28), ter recebido R$ 45 mil da legenda para, em conjunto com Miguel Reale Júnior, construir um parecer sobre o afastamento da presidente, segundo informações da Revista Fórum. 
“Eu fui contratada pelo PSDB em maio. Nós propusemos o processo em setembro. Recebi R$ 45 mil para fazer o parecer”, disse, após ser confrontada pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM). Antes, Paschoal garantia que o pedido havia sido feito baseado nas reivindicações de “cidadãos indignados”. 
A senadora publicou no seu Facebook o vídeo da admissão com a seguinte legenda: “Isso é muito grave! O PSDB contratou, fez o pedido e ainda está relatando o processo do golpe. Um jogo de carta marcada para retirar do poder uma presidente legitimamente eleita com mais de 54 milhões de votos”.

Seleção do Dunga, tem que melhorar muito para ser Seleção Brasileira.

Pré-lista Copa América

Goleiro:
Alisson - Internacional - Diego Alves - Valência (ESP) - Ederson - Benfica (POR) - Marcelo Grohe - Grêmio

Lateral-direito:
Daniel Alves - Barcelona (ESP) - Fabinho - Monaco (FRA) - Fágner - Corinthians

Lateral-esquerdo:
Alex Sandro - Juventus (ITA) - Douglas Santos - Atlético Mineiro - Filípe Luís - Atlético de Madri (ESP)

Zagueiro:
Gabriel Paulista - Arsenal (ING) - Gil - Shandong Luneng (CHI) - Jemerson - Roma (ITA) - Marquinhos - Paris Saint Germain (FRA) - Miranda - Inter de Milão (ITA)

Volante:
Rodrigo Caio - São Paulo - Casemiro - Real Madrd (ESP) - Elias - Corinthians - Fernandinho - Manchester City (ING) - Luiz Gustavo - Wolfsburg (ALE) - Walace - Grêmio

Meia:
Rafinha Alcântara - Barcelona (ESP) - Felipe Anderson - Lazio (ITA) - Kaká - Orlando City (EUA) - Lucas Lima - Santos - Lucas - Paris Saint Germain (FRA) - Oscar - Chelsea (ING) - PH Ganso - São Paulo - Philippe Coutinho - Liverpool (ING) - Renato Augusto - Beijing Guoan (CHI) - Willian - Chelsea (ING) - Alex Teixeira - Jiangsu Suming (CHI) - Douglas Costa - Bayern de Munique (ALE)

Atacante:
Firmino - Liverpool (ING) - Gabriel - Santos - Gabriel Jesus - Palmeiras - Hulk - Zenit (RUS) - Jonas - Benfica (POR) - Luan - Grêmio - Ricardo Oliveira - Santos.


quinta-feira, 28 de abril de 2016

Pela cassação do mandato de 
Eduardo Cunha
Pela cassação do mandato de Eduardo Cunha

"Pedimos que o Conselho de Ética exerça seu papel e acelere o quanto antes o processo contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por quebra de decoro parlamentar. Nós acreditamos que vocês darão voz à milhares de brasileiros que estão indignados em terem como líder da casa do povo alguém suspeito de estar envolvido com corrupção. 


Em discurso, senador Roberto Requião (PMDB - PR) afirma que Ponte para o...



Em conversa vazada, Temer teria prometido parar Lava Jato se impeachment fosse aprovado



  1. Uma conversa de Whatsapp do deputado Cabuçu Borges (PMDB-AP) vazada no último domingo (17) traz uma revelação que, se confirmada, pode dar uma reviravolta no cenário político do país. Na conversa com um interlocutor não identificado, Cabuçu Borges revela que o vice-presidente Michel Temer teria prometido que se o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff fosse aprovado no Congresso, ele conseguiria parar os desdobramentos da Operação Lava Jato. Segundo a conversa vazada, diante da dúvida do interlocutor, o deputado Cabuçu Borges disse que Temer o colocou com “chefes do MP e Judiciário”, e confirmaram. Segundo o Diário do Centro do Mundo, Cabuçu Borges não negou a autenticidade da conversa.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Eduardo Cunha tirou Silvio Santos da corrida presidencial em 1989


O presidente da Câmara de deputados, Eduardo Cunha, foi o responsável por tirar Silvio Santos da corrida presidencial em 1989. 
Na época, a concorrência de Silvio era um dos maiores temores de Fernando Collor de Mello. Com o feito, Cunha foi indicado por PC Farias para a presidência da Telerj, a estatal de telefones do Rio de Janeiro. 
O erro descoberto por Cunha era que o PMB não havia feito o número mínimo de convenções exigido pela legislação eleitoral. Eram nove e o partido comprovou somente quatro. Foi então que no dia 9 de novembro de 1989, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) caçou o registro do PMB e anulou a candidatura do Homem do Baú. 
O apresentador não tentou novamente a carreira política, ao contrário de Cunha, que não só chegou à liderança dos deputados, como agora acumula processos por suspeita de recebimento de propina.

Campanha de Anastasia recebeu doações de 5 empreiteiras e 1 banco citados na Lava Jato


Anastasia teve a campanha mais cara do país entre todos os candidatos ao Senado

Escolhido para ser o relator do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG) recebeu, na eleição de 2014, doações de empreiteiras e de um banco citados na Operação Lava Jato.
Governador de Minas Gerais entre 2010 e 2014, Anastasia foi o dono da campanha mais cara do país entre todos os candidatos ao Senado no ano retrasado.
Ele recebeu R$ 18,1 milhões em doações, contra R$ 15,2 milhões do segundo colocado, o ex-ministro Gilberto Kassab (PSD-SP), de acordo com informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Em Minas, Anastasia arrecadou mais que o dobro do que a soma recebida por todos os outros sete candidatos a senador.
Com as empreiteiras Andrade Gutierrez, UTC, OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão e o banco BTG Pactual, todos citados na Lava Jato, a campanha do tucano arrecadou R$ 2 milhões, o que representa 11,1% do total recebido pelo então candidato. Dirigentes das seis empresas foram presos na operação e alguns já foram condenados. A Lava Jato investiga um grande esquema de corrupção na Petrobras envolvendo políticos e empreiteiras, como o pagamento de propinas por meio de doações ilegais para campanhas eleitorais.
A maior parte das contribuições das construtoras foi repassada à campanha de Anastasia pelo PSDB e por outras candidaturas do partido. O banco doou R$ 1 milhão diretamente ao seu comitê. 

Por meio de sua assessoria de imprensa, o senador disse que as doações foram legais, "segundo as regras eleitorais à época, registradas e aprovadas pelo próprio Tribunal Eleitoral". Também afirmou que os altos custos de sua campanha em 2014 se deveram ao fato de Minas ser um "um Estado grande e populoso" e "com o maior número de municípios no Brasil".

Quatro das empreiteiras citadas acima participaram de consórcios que construíram a Cidade Administrativa do governo de Minas Gerais. Ao custo de mais de R$ 1 bilhão, o conjunto foi inaugurado em 2010.
Em novembro de 2014, logo após as eleições, a Lava Jato avançou na investigação de empreiteiras suspeitas de participar de desvios na Petrobras. Um ano depois, veio à tona a investigação de André Esteves, que controlava o BTG Pactual e foi preso por suspeita de tentar obstruir as investigações da operação -- sua prisão domiciliar foi revogada na segunda-feira (25).
Por suspeita de lavagem de dinheiro, Anastasia chegou a ser incluído em um dos inquéritos da operação. A investigação foi aberta em março de 2015 porque o policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho havia dito em depoimento que entregara, em 2010, a mando do doleiro Alberto Youssef, R$ 1 milhão a uma pessoa que parecia ser o senador.
Sete meses depois, o inquérito foi arquivado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki. O magistrado acolheu pedido da Procuradoria Geral da República, que avaliou não haver elementos suficientes para manter a investigação.
Grávida de 8 meses, mãe de Isabella Nardoni conta como seguiu em frente: "Lutei muito para ser feliz"

Terapia, religião, família e um novo companheiro a ajudaram a superar a fase mais difícil

O país inteiro se solidarizou com as lágrimas de Ana Carolina Oliveira. Em março de 2008, sua filha Isabella Nardoni, de 5 anos, foi assassinada pelo pai, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Anna Carolina Jatobá. No dia da tragédia, antes de ser arremessada pela janela do 6º andar de um edifício na Zona Norte da cidade de São Paulo, Isabella sofreu muito nas mãos dos adultos que deveriam cuidar dela. Apanhou com uma chave tetra, foi asfixiada e, quando estava inconsciente, atirada com vida de uma altura de mais de 20 metros. Tudo isso enquanto passava o fim de semana com seus dois meios-­irmãos, Pietro, então com 3 anos, e Cauã, de 11 meses. Os responsáveis tentaram simular uma invasão, mas acabaram sendo presos e condenados - ele a 31 anos, ela a 26.
É difícil imaginar dor maior que a de enterrar o próprio filho. No caso de Ana Carolina, havia várias agravantes, como a pouca idade da menina, a brutalidade dos assassinos e, sobretudo, a identidade dos criminosos, incluindo-se o próprio pai da vítima. A enorme exposição pública, porém, ajudou. "A comoção das pessoas me dava força", lembra ela. "Muitos choravam como se tivessem perdido o próprio filho." Ana Carolina começou a frequentar o Santuário do Terço Bizantino, do padre Marcelo Rossi, e causava aglomeração quando subia ao palco, a ponto de precisar sair pelos fundos.
Na época, estava com 24 anos. Sua gravidez não havia sido planejada, e o relacionamento com Alexandre Nardoni acabou logo depois do nascimento do bebê. Custou a ela acreditar na participação dele no crime e mergulhou em uma torrente de perplexidade e sofrimento. "Chega uma hora em que a dor sufoca de tal forma que você precisa da ajuda de um profissional", conta. Recorreu a sessões de terapia três vezes por semana. Sua mãe, Rosa Oliveira, foi outro apoio fundamental. "Com o tempo, aprendemos a nos acostumar com a dor. Alguns dias, no entanto, são mais difíceis", afirma a avó de Isabella. Na segunda passada, a garotinha teria completado 14 anos. Na mesma data, Rosa pegou a filha e dirigiu até o litoral paulista para que as duas pudessem descansar. "Não comparo dores, por isso não me fiz de coitada achando que os meus problemas seriam maiores do que os dos outros", diz Ana Carolina. "Lutei para voltar a ser feliz, pois essa é a imagem que a minha filha tinha de mim."
O marco da reconstrução de sua vida veio na forma de uma explosão de alegria dentro de um lugar inusitado: um banheiro público. Com vontade de ser mãe novamente, no ano passado deixou de tomar anticoncepcional. O sonho era compartilhado por seu marido, o administrador Vinícius Francomano, 29, com quem se casou depois da tragédia. Poucas semanas após as tentativas, o sinal de alerta se acendeu, com o atraso da menstruação. Sem avisar Vinícius, aproveitou o horário de almoço do trabalho em um banco (administradora, ela atua no setor de câmbio da instituição financeira) e foi a um shopping. Comprou um teste de farmácia e dirigiu-se a um dos toaletes. O exame deu positivo. A vontade era de berrar de contentamento, mas segurou a emoção na hora. "No auge dos problemas, achava que jamais iria me casar vestida de noiva e ter filho. A vida dá muitas voltas."
Na época do assassinato, Ana Carolina estava namorando, mas o relacionamento acabou meses depois. Ficou solteira por quase dois anos, até conhecer o futuro marido em um bar de São Paulo. Na semana seguinte, ela foi a uma balada com amigas no interior do estado e o reencontrou por acaso. Ficaram juntos de vez. No começo da relação, ele se assustou com o assédio. Ana Carolina era reconhecida nas ruas. Algumas pessoas chegavam a pedir autógrafo e queriam posar ao seu lado para uma foto. "Entendo terem carinho, mas, na minha cabeça, não faz sentido tirar um retrato com alguém que ficou conhecido naquela situação." Apesar do desconforto inicial, o relacionamento prosperou. "Tem gente que fala que fui corajoso", conta Vinícius. "Mas amo a Carol, então foi natural seguir em frente."
Casaram-se em abril de 2014. Na cerimônia, realizada em uma catedral anglicana, Isabella foi rememorada no fim da troca de alianças e de beijos. "Não poderia deixar de lembrar de sua filha, que está no céu muito feliz assistindo a esta celebração", disse o reverendo Aldo Quintão. Em seguida, cantou a música gospel Faz um Milagre em Mim. "Realizo casamentos há sete anos. Esse foi o único em que vi todos os convidados chorando", lembra a cerimonialista Babi Leite.
Um dos maiores desafios da psicologia diz respeito ao enfrentamento da perda de um filho, essa cruel armadilha do destino que reverte a ordem biológica. "Durante o luto, a pessoa revê a sua vida e as expectativas que projetou para si e para a criança", afirma Maria Helena Franco, coordenadora do Laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto, da PUC de São Paulo. "Mas a exposição pública desse processo pode fazer com que ele se torne mais prolongado." Ana Carolina experimentou exatamente isso. O carinho das pessoas a ajudou a se levantar, mas trouxe também outras questões. "Se estava triste, me chamavam de coitada. Se sorria, era julgada por ter superado o luto."
Hoje, Ana Carolina leva uma vida discreta. Nem sequer tem rede social. Durante a gestação, foi reconhecida apenas uma vez. "Uma mulher veio me dar parabéns e dizer que estava feliz por mim." Em comparação ao período de gravidez de Isabella, quando tinha apenas 17 anos, sente diferenças, como enjoos e inchaços. Por outro lado, aos 32, vive a experiência da maternidade tendo ao seu lado um marido. "Eu e Vinícius escolhemos todas as roupinhas, a decoração do quarto, a lembrancinha do hospital...", conta ela, com o sorriso largo que tanto lembra o da filha Isabella. "A Isa sempre me viu feliz - e é assim que estou hoje", complementa, orgulhosa de estar conseguindo reconstruir a própria história. Ana Carolina está no oitavo mês de gestação. Programa fazer parto normal. Dará à luz um menino, que vai se chamar Miguel. Em um sinal da maturidade com que superou sua tragédia pessoal, Ana Carolina não tropeça na dor inútil dos falsos paralelos: "Não encaro a segunda gravidez como uma substituição. Cada filho tem uma história".

terça-feira, 26 de abril de 2016

Eleitor e árbitro nega medo de punição no STJD


O árbitro Marcelo de Lima Henrique não esconde de ninguém o fato de ser um eleitor do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Mas um post no Facebook pode fazer com o árbitro seja punido pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). O motivo? Ele se disse contra “boiolices” em texto publicado na rede social no dia 17 de abril, data em que a Câmara dos Deputados votou a favor da abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Contudo, o árbitro não tem medo de represálias.
“A comissão nacional [de arbitragem] trabalha com critérios técnicos bem definidos, é uma comissão bem democrática e eu não estou aqui para causar problemas para a entidade. Eu faço o meu trabalho honesto e transparente. Agora isso não cabe a mim te dizer, não, pelo o que eu conheço das pessoas que dirigem a comissão ali, pela postura deles, isso aí não afeta em nada a vida do árbitro, a vida do árbitro é dentro de campo e tomando alguns cuidados éticos fora de campo. Eu não vejo ter ferido a ética em nada aí… Agora, se o cidadão comum não puder opinar em nada, então eu vou ter que rasgar o meu título de eleitor, não posso mais opinar”, disse o árbitro.
O post polêmico aconteceu após o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) disparou uma cusparada em Bolsonoro. O político do PSC, em sua fala na Câmara, exaltou o coronel Carlos Brilhante Ustra, que foi um dos torturadores durante a ditadura militar e que morreu no ano passado.
“Votei e votarei no Jair Bolsonaro para qualquer cargo. PSOL, PT e PC do B nunca terão meu voto. Prefiro votar em louco do que em ladrão, incentivador de boiolices, maconheiro e inimigos da família. Cada um com seu cada um. Não sou politicamente correto, não apoio boiolices, viciados, pederastas feministas e machistas.”
Por isso, ele corre risco de ser denunciado no STJD. O presidente da comissão de arbitragem do órgão, Sergio Corrêa da Silva, encaminhou ao tribunal cópia do post do árbitro. E ele não teme punições:
“Tenho certeza que não vai passar disso, seria um total absurdo a gente não poder dar a opinião de qualquer assunto. Em nenhum momento o Sergio Correa deu opinião, ele só me passou de uma maneira formal, sem crítica, não teve juízo de valor. Para mim ele não falou nada, só me comunicou o fato”, disse, ao “UOL”.
Record X Rescisão de Geraldo Luís, fora da emissora

Geraldo Luís já é 'carta fora do baralho' para a Record

A situação de Geraldo Luís na Rede Record não podia ser pior. O apresentador, que foi afastado do "Domingo Show" após dar uma declaração polêmica ao vivo, não estaria mais nos planos dos executivos da emissora dos bispos.
A insatisfação do canal da Barra Funda com o comunicador é tão grande que a Record pretende liberá-lo do pagamento de multa contratual, caso queira ir embora da casa antes de vencer seu contrato - em 2017 -, segundo o colunista Ricardo Feltrin.
Geraldo foi suspenso do ar há duas semanas, depois de reclamar durante o dominical do corte de uma reportagem. A situação do apresentador seria bem pior que a de Britto Jr., que está há mais de um ano fora do ar também por insubordinação.
A diferença é que ex-apresentador de "A Fazenda" fez queixas sobre o departamento comercial da emissora em uma rede social. Geraldo, por sua vez, fez críticas ao vivo e estaria sendo assistido pelo próprio bispo Edir Macedo no momento do desabafo.
No último fim de semana, o "Domingo Show" foi apresentado por Luiz Bacci, e a audiência do programa foi ainda melhor: 9,5 pontos de média, 14% a mais que na semana anterior, com Geraldo.

PEC que proíbe candidatos sem diploma pode impedir nova candidatura de Lula


Se aprovada pelo Congresso, uma proposta de emenda à Constituição vai proibir candidatura a quem não tiver ensino superior. O texto, apresentado em março, impediria, por exemplo, a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto.
Apresentada em 15 de março pelo deputado Irajá Abreu (PSD-TO), a proposta foi assinada por 190 deputados, 19 a mais do que o necessário.
Irajá é filho da ministra da Agricultura, Kátia Abreu, aliada da presidente Dilma Rousseff. O texto é assinado por nove petistas, entre eles os deputados Marco Maia (RS), Pepe Vargas (RS) e Sibá Machado (AC).
Na justificativa, Irajá diz buscar “estabelecer um patamar superior” para os representantes. De acordo com ele, “a disponibilidade de conhecimentos integrados por uma visão acadêmica pode propiciar com maior efetividade uma visão mais profunda da realidade brasileira”.
O deputado diz ainda que hoje muitos integrantes do Legislativo possuem dificuldade de leitura, “o que impede que os membros atuem de modo efetivo nas suas funções constitucionais”.
O texto abre uma exceção para aqueles sem graduação. Quem já é senador, vereador ou deputado federal, estadual ou distrital e não possui ensino superior poderia se candidatar novamente ao mesmo cargo.
A proposta aguarda apreciação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, que ainda não começou os trabalhos de 2016. O texto é votado em dois turnos e, se aprovado, segue para o Senado. Lá, a PEC também passa pela Comissão de Justiça e pelo plenário, igualmente em dois turnos.

PEC 119/2015

Proposta de Emenda à Constituição

Identificação da Proposição
Apresentação - 26/08/2015
Ementa: Acrescenta o § 13 ao art. 37 da Constituição Federal, estabelecendo a exigência da conclusão de curso de graduação de nível superior para o exercício das funções de confiança e os cargos em comissão que se destinam às atribuições de direção e chefia dos Poderes Executivo e Legislativo.


Pílula do câncer já é produzida? 

Uma Promessa?


A fosfoetanolamina (ou "pílula do câncer") é alvo de polêmica

A entrada em vigor da lei que libera a produção e o uso da fosfoetanolamina sintética, componente da chamada "pílula do câncer", deixa ainda mais conturbada a polêmica relacionada à substância, que não possui registro na Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária), nem eficácia comprovada contra o câncer, apesar de ser utilizada por pessoas com câncer por vários anos.
nova lei é vista como uma vitória por pacientes e familiares de pessoas com câncer, que veem na substância sua última esperança no combate da doença. Em oposição, entidades médicas e órgãos técnicos afirmam que a norma não segue o padrão para liberação e vigilância de medicamentos e que não é possível saber, sem a realização de todos os testes, se a fosfoetanolamina é ou não tóxica e se o seu uso, de fato, combate algum tipo de câncer.
A lei possui lacunas e precisa ser regulamentada por outra lei, que esclareceria o seu funcionamento. O Ministério da Saúde diz que está estudando a regulamentação para uso, pesquisa e fornecimento da fosfoetanolamina. Em paralelo, uma ação pede que a lei seja derrubada no STF (Supremo Tribunal Federal). Enquanto novas decisões não são feitas, e pesquisas não trazem novos resultados, o UOL preparou um tira-dúvidas sobre os principais pontos da discussão. 

Wolverine mostra suas garras em novo trailer de 'X-Men: Apocalipse'

Wolverine mostra suas garras em novo trailer de 'X-Men: Apocalipse'

X-Men: Apocalipse ganhou o seu último trailer nesta segunda-feira, e uma novidade fez a alegria dos fãs. Os minutos finais do vídeo confirmaram uma participação especial do personagem Wolverine no novo longa. O herói não aparece em cena, apenas suas garras são vistas prontas para atacar soldados inimigos e ajudar os jovens mutantes na missão de salvar o mundo.
Sem o herói mais popular dos X-Men em destaque, o novo filme é protagonizado por Jennifer Lawrence, que interpreta Mística - mas parece não ter abandonado de todo sua personagem rebelde Katniss, de Jogos Vorazes. A mutante que pode assumir qualquer aparência será a reponsável por comandar uma equipe de jovens heróis, ainda em treinamento, contra o grande vilão Apocalipse (Oscar Isaac) e seus quatro cavaleiros: Magneto (Michael Fassbender), Psylocke (Olivia Munn), Tempestade (Alexandra Shipp), e Anjo (Ben Hardy).
Apocalipse se passa na mesma linha do tempo de X-Men: Primeira Classe, que foi revisitada em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido. Por isso, alguns atores reprisam seus papéis: James McAvoy como Charles Xavier, Nicholas Hoult como Fera, Evan Peters como Mercúrio, e Lucas Till como Alex Summers. Novos rostos também surgirão interpretando versões jovens de heróis populares do grupo de mutantes: Sophie Turner é Jean Grey, Tye Sheridan vive Ciclope, e Kodi Smit-McPhee será Noturno.
X-Men: Apocalipse é dirigido por Bryan Singer, que também comandou Dias de um Futuro Esquecido e os dois primeiros filmes da trilogia original dos heróis. O longa estreia no Brasil no dia 19 de maio.

Record decide afastar Geraldo Luís definitivamente do 'Domingo Show' após desabafo

Geraldo Luís - Divulgação Record

Geraldo Luís, apresentador do 'Domingo Show', não voltará mais ao comando do atração.
De acordo com o colunista Daniel Castro, a decisão foi tomada nessa segunda-feira, 25, pela alta cúpula da Rede Record, que avisou Geraldo no começo da noite.
A confusão envolvendo o artista e a Record começou na semana passada, quando o apresentador criticou profissionais da emissora ao vivo no ar.
Geraldo disse, entre outras coisas, que havia ficado "muito triste" com cortes realizados em uma reportagem de sua autoria e afirmou que colegas de casa são "covardes" e "cospem no prato que comem".
No entanto, Edir Macedo, dono da emissora, estava assistindo o programa e não gostou nem um pouco do comentário e no mesmo instante telefonou para Douglas Tavolaro, seu biógrafo e vice-presidente de jornalismo da Record, pedindo para suspender o apresentador, que foi substituído por Luiz Bacci na edição do último domingo.
A reportagem que deixou Geraldo furioso foi feita com José Mário Teixeira do Nascimento, o cantor popular Zezo, um ex-catador de lixo que hoje é milionário.
Como o programa do último dia 17 foi menor devido a votação do impeachment, alguns trechos da matéria foram cortados, o que teria deixado o apresentador insatisfeito. "Pelo amor que eu tenho por essa emissora, por tudo, por favor, não façam mais isso com a minha matéria, em respeito profissional a mim também", disse.
Geraldo só não contava que Luís Bacci se daria bem no Ibope do último domingo. O 'Domingo Show' acabou ganhando do 'SuperStar', da Rede Globo, com média de 9,5 pontos, o que teria agradado a direção da casa.
Com contrato assinado com a Record até abril de 2017, Geraldo tem agora duas alternativas: ou rescinde o acordo e paga a multa contratual ou fica na geladeira da Record. Especula-se que Geraldo já esteja em negociação com SBT e Rede TV!.
Ator de 'Velho Chico', Umberto Magnani entra em coma profundo após sofrer AVC

Umberto Magnani passou mal nos Estúdios Globo na tarde da segunda-feira durante gravações da novela 'Velho Chico'. A Globo já dá como certa a saída do ator da trama das nove

A novela "Velho Chico" vai sofrer um desfalque importante. O ator Umberto Magnani, de 75 anos, está em coma profundo após ser internado ao sofrer um AVC (Acidente Vascular Cerebral) na tarde desta segunda-feira (25), durante as gravações da trama das nove. As informações são do colunista de TV Daniel Castro.
Umberto foi atendido ainda nos Estúdios da Globo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro e de lá encaminhado para um hospital. A emissora carioca ainda não sabe como ficará o personagem do artista, porém já é certo que Umberto não retorna à novela. Essa é a segunda baixa da trama, que não conta mais com Edmara Barbosa como autora. A novela marca o retorno do ator à Globo após passagens por SBT e Record.
Nos capítulos seguintes, Romão socorre a família de Santo (Domingos Montagner), vítima de um atentado orquestrado por Cícero (Marcos Palmeira), e anuncia a volta de Miguel (Gabriel Leone) a Grotas de São Francisco. Nesse retorno, o rapaz acaba se apaixonando pela irmã por parte de pai, Olivia (Giulia Buscacio). E em sequências previstas pare irem ao ar a partir da semana que vem, o padre testemunha o encontro de Tereza (Camila Pitanga) e Luiza (Lucy Alves) em sua igreja e ouve Santo assumir que ainda ama a filha de Afrânio (Antonio Fagundes).
Umberto estreou na TV em 1973 na primeira versão de "Mulheres de Areia", na extinta TV Tupi. A partir dos anos 1980, acumulou seguidos trabalhos como "Caso Verdade" (1982) e o seriado "Joana" (1985). Depois, o ator que foi ao velório da atriz Cleyde Yáconis, foi visto em "Felicidade" (1991), "Éramos Seis" (1994), "Por Amor" (1997), "Laços de Família" (2000), "Páginas da Vida" (2006), "Amigas & Rivais" (2007), "Chamas da Vida" (2008), "Balacobaco" (2012) e "Milagres de Jesus" (2014).

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Concursos no Ceará têm 1805 vagas abertas em Fortaleza, Caucaia e Sobral



Exemplo de Caucaia

Seleção oferece vagas de nível médio e superior. Salários chegam a R$ 3.534.

A cidade de Caucaia, interior do Ceará, está com inscrições abertas para provimento de vagas em um concursopúblico. No total há 401 vagas disponíveis para cargos de nível médio e superior. O salário das oportunidades pode chegar a R$ 3.534,04. O certame também fará formação de Cadastro Reserva.
Os interessados em realizar o certame devem se inscrever até o dia 22 de abril, através do site da banca organizadora, o Centro de Treinamento e Desenvolvimento. Após preencher a ficha de inscrição, é necessário pagar a taxa de participação, que corresponde a R$ 125,00 para os cargos de nível superior e R$ 85,00 para nível médio. Dentre os cargos disponíveis estão o de Arquiteto, Biólogo, Enfermeiro, Geógrafo, Médico Anestesiologista, Ortopedista, Perito e Traumatologista.

Concursos em andamento oferecem mais de 23 mil vagas


Serra (PSDB-SP) sinaliza que aceita ser ministro da Fazenda de Temer e tem apoio de Armínio e FHC

José Serra PSDB

Os nomes mais cotados para assumir o ministério da Fazenda no eventual governo de Michel Temer (PMDB) são os do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles e do senador José Serra (PSDB-SP). Temer se reuniu ontem (domingo, 24) com Serra e sábado  (23) com Meirelles no Palácio do Jaburu para tratar sobre a nomeação.
Temer pretende formar toda a equipe econômica, inclusive presidentes de bancos oficiais e do Banco Central, em conjunto com o ministro da Fazenda, ao contrário do que se vê nos últimos anos. Apesar das especulações, ainda não foram feitos convites formais, o que deve acontecer em meados de maio se o Senado decidir pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff.
No caso de Meirelles, pesa o fato do ex-presidente do Banco Central ser aliado de Lula, o que pode neutralizar as críticas do petista à condução da política econômica. Já o senador José Serra enfrenta dificuldades dentro de seu partido, o PSDB, que ainda não definiu posição sobre o governo Temer. Ainda pesa sobre o senador o fato dele ser um possível nome do partido para concorrer à Presidência da República em 2018.
Além da Fazenda, ainda estão em curso negociações para outros ministérios, como o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que deverá ser comandado por Paulo Skaf, presidente da Federação de Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e aliado na luta pelo impeachment de Dilma. Skaf conversou com o vice-presidente, mas afirmou que não falou sobre assumir a pasta.
O ministério da Agricultura, por sua vez, pode ficar para o PRB, partido que desembarcou cedo do governo Dilma e garantiu 100% da bancada de deputados votando a favor do impeachment. Os nomes do partido para assumir a pasta são Marcio Marinho (BA) e Marcelo Squassoni (SP). Segundo o Valor, porém, a disputa pela agricultura não será simples e o partido ainda corre por fora para garantir as Secretarias de Portos e de Aviação Civil, caso não sejam extintas para dar lugar a um superministério da Infraestrutura.
Na Casa Civil o nome mais forte é o do ex-ministro da Aviação Civil Eliseu Padilha, um dos principais auxiliares de Temer. Já o senador Romero Jucá (PMDB-RR), economista de formação, é cotado para o Planejamento. O PP, partido que também deixou a base aliada de Dilma, manterá a Integração Nacional e deve ganhar a Saúde – que chegou a ser negociada com Dilma. Outro partido que deve ganhar duas pastas, ainda indefinidas, é o PSB, que não integrava a base do governo Dilma.