https://youtu.be/izUjSxjW-gA

vamos trabalhar para o coletivo, preciso do seu apoio, juntos somos muito mais fortes, temos projetos para serem concretizados.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016


ENCONTRO DE NOIVOS


Pastoral Familiar da Paróquia São Benedito realizará no próximo dia 27/11 (domingo) mais um Encontro de Preparação para Vida Matrimonial. O popularmente conhecido Encontro de Noivos tem como objetivo auxiliar os novos casais para a vida matrimonial e familiar, que os mesmos estarão assumindo após receberem o Sacramento do Matrimônio. O encontro tem início às 08:30 h.
As inscrições podem ser feitas com a Claudinha na secretaria paroquial, no horário comercial. Maiores informações pelo telefone (85) 3221-6264.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Ronivaldo apresenta vídeo com promessas de Roberto Cláudio não cumpridas

Diminui a diferença entre Roberto Cláudio e Capitão Wagner no 2º turno, devido as mentiras de RC no seu programa de governo.




A mudança começou com a veiculação da propaganda eleitoral no rádio e na TV na qual Capitão Wagner acusa Roberto Cláudio de “mentir” sobre a construção de um depósito de medicamentos da Prefeitura de Fortaleza. O candidato do PR diz que o depósito pertence ao Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH) – organização social que administra os equipamentos e a logística da saúde em diversos municípios -, e não à Prefeitura, como veiculado na propaganda do atual prefeito.


O baixo nível da campanha de RC

A coligação do Capitão Wagner denunciou a distribuição de material de campanha “ofensivo” contra a campanha do PR. Adesivos contra Capitão Wagner estariam sendo distribuídos no bairro Conjunto Ceará, com os dizeres “#capetaoemeuzovo. Vicente Aquino pontuou que a coligação denunciou à Polícia e vai acompanhar a investigação sobre os atos contra o Capitão Wagner.
Os adesivos estavam sendo distribuídos supostamente pelo presidente do Instituto Cuca – ligado à Prefeitura, Ismênio Bezerra. A assessoria de Roberto Cláudio afirmou, por telefone, que ainda não conseguiu contato com o presidente do Instituto para averiguar a situação.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Limpeza do Fígado e Vesícula para a Saúde e Emagrecimento (Andreas Mor...


O PROCESSO DE LIMPEZA DO FÍGADO



Esta limpeza é séria, funciona e deve ser seguida à risca para que o resultado seja alcançado com sucesso. 
 
Ela limpa o fígado e a vesícula.
 
Mas não deve ser feita por pessoas gravemente enfermas.
 
E você deve sempre consultar um médico ou especialista antes de fazer um tratamento como este.
 
Este texto é meramente informativo e é apenas uma forma de o blog compartilhar com os leitores o tratamento descrito no livro citado.
 
Feitos esses esclarecimentos, vamos à limpeza.´
 
Segundo o livro, eis alguns sintomas de quem tem problemas na vesícula e/ou no fígado:


Capa do livro - Limpeza do fígado e vesícula

MAIORES DETALHES NO GOOGLE

LIMPEZA DE FÍGADO


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Eduardo Cunha 

ameaça revelar 

dossiê capaz de 

derrubar Temer e 

vários políticos


Eduardo Cunha sabe muito e pode prejudicar meio governo


Abandonado, ex-deputado federal estaria ameaçando 
derrubar todos que não o salvaram.

Eduardo Cunha agora é ex-deputado, e isso não tem sido muito fácil para ele. Cassado em uma votação histórica nesta segunda-feira, 12, tendo 450 votos contrários a ele, o peemedebista do Rio de Janeiro está fazendo ameaças. De acordo com uma matéria publicada nesta terça-feria, 13, pelo jornal Estadão, há cerca de quinze dias, o marido da jornalista Cláudia Cruz teve uma reunião em sua casa e queria saber quem iria traí-lo. O objetivo era claro, ameaçar dizer tudo o que ele sabe, evidências que seriam capazes de derrubar "todo o governo". Cunha, no entanto, espantou-se com o alto nível de traição. O jornal Estadão relata que ele recebeu uma lista com cem nomes. Desses, pelo menos 90 votariam pela sua cassação. 
"Preparem os capacetes porque vai chover canivete", disse um dos colegas do nobre ex-deputado federal, que agora cairá nas mãos do juiz federal Sérgio Moro. Sem o foro privilegiado, o político não tem mais direito de ter seus processos comandados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que costuma ser mais lento para analisar as questões. Além disso, a destituição do político carioca pode prejudicar até mesmo sua esposa, que também é investigada na Lava-Jato, acusada de se beneficiar de uma conta no exterior em condições irregulares. Longe da Câmara, sem ter o poder do "canetaço", a barganha política e jurídica do deputado tornou-se ineficiente, tanto que a votação contra ele já mostra o quanto ele foi enfraquecido. 
Eduardo Cunha é conhecido por ser detalhista e guarda com ele muitos dossiês. Jurista de mão cheio, ele teria enviado até ao Palácio do Planalto um documento que exibiria Moreira Franco, Secretário Executivo do governo Michel Temer, envolvido em supostas irregularidades. Amigo pessoal do presidente da República, Moreira é também sogro do atual comandante da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Ou seja, a pedrada que pode ser jogada nele pode reverberar para todos os lados. Além de comandante da Câmara, Rodrigo Maia é uma espécie de vice-presidente do país. 


POR QUE NÃO VOTAR EM ROBERTO CLÁUDIO


RC FOI 40, 90 E AGORA 12, 

SOMENTE EM 4 ANOS. 





QUANDO CANDIDATO EM 2012 O RC ENTÃO 40, FALAVA QUE O ALINHAMENTO DO GOVERNADOR DO ESTADO COM A PREFEITURA SERIA FUNDAMENTAL PARA A SEGURANÇA, SAÚDE E EDUCAÇÃO, O TRIPÉ DE UMA BOA GESTÃO, SOMENTE BALELA. 


AO SOMAR 40 + 90 + 12 = 142 / 4 = 35.5 É O RESULTADO DAS SUAS PROMESSAS, BEM MENOS DA METADE DO 100%, É PURA MATEMÁTICA.




Quando a PF chegou no 

Congresso, teve deputado 

correndo pra todo lado. 

Um deles entrou em pânico 

e passou mal.

Imagem para o resultado de notícias


A OPERAÇÃO 

TEM COMO ALVO 

POLICIAIS LEGISLATIVOS


Uma fonte em Brasília informou que, quando as viaturas da Polícia Federal chegaram próximo ao Congresso, vários deputados entraram em pânico e começaram a correr pelas dependências do prédio.
Eles não sabiam do que se tratava. Alguns chegaram a pensar que Eduardo Cunha já tinha começado a delatar.
Um parlamentar do PMDB precisou ser atendido pelo SAMU. Ele teve uma crise de pânico.
Após alguns esclarecimentos feitos pelo chefe da Operação da PF, a ‘turma da gravata’ se acalmou!
Calma senhores nobres deputados […] a hora de vocês vai chegar! Não entrem em pânico antes da hora!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Prefeito de Fortaleza

recebeu doações indiretas

de subordinados


Roberto Claudio, candidato à prefeitura de Fortaleza (CE) pelo PSB


Com o desenrolar da campanha, o prefeito de Fortaleza (CE), Roberto Cláudio (PDT), mostra-se um espécime político perfeitamente adaptado às novas regras para doações eleitorais impostas pela Justiça Eleitoral. Além da generosidade das pessoas físicas de empresários cearenses, Cláudio conta em sua campanha com a colaboração financeira daqueles que ocupam gabinetes e repartições da prefeitura. Uma comissão provisória do Diretório Municipal do PDT, presidido pelo prefeito, recebeu 770.000 reais em doações de 453 pessoas físicas e remeteu o dinheiro à campanha de Cláudio em meados agosto. Deste montante, 78.000 reais vieram de 53 servidores municipais, 44 dos quais ocupantes de cargos em comissão, ou seja, mantêm o emprego público graças às bênçãos do prefeito e sua equipe e, portanto, têm tanto interesse quanto Roberto Cláudio em sua reeleição.
Embora a resolução 23.432 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), baixada em 2014, proíba que partidos e suas fundações recebam doações de autoridades públicas “que exerçam cargos de chefia ou direção na administração pública direta ou indireta”, aparecem como “doadores originários” dos recursos intermediados pelo partido a Roberto Cláudio quatro secretários municipais, três secretários executivos, o procurador-geral do município e 31 diretores, cargo comissionado em que há três níveis. Um superintendente e três assessores especiais também doaram, além de nove servidores concursados. Todas as doações foram feitas em valores redondos, variando entre 1.000 reais e 5.000 reais.
A doação mais generosa saiu do bolso de Samuel Antonio Silva Dias, secretário municipal de Infraestrutura, que ajudou com 5.000 reais. Júlio Ramon Soares Oliveira, secretário de Governo da gestão de Roberto Cláudio, vem a seguir, com 3.000 reais doados. Os outros secretários que aparecem como “doadores originários” são Ricardo Pereira Sales, da regional do Centro, com 2.000 reais, e Águeda Muniz, secretária de Urbanismo e Meio Ambiente, com 1.000 reais.
Dos nomeados para os cargos de Direção de Nível Superior (DNS) e Direção de Assessoramento Superior (DAS), 13 servidores de nível um doaram 18.000 reais no total, 13 de nível dois colaboraram com 16.000 reais e cinco de nível três doaram 7.000 reais.


sábado, 15 de outubro de 2016

Não voto em Roberto Cláudio!

Promessas de Roberto Cláudio



AQUI SÃO AS MENTIRAS

DE QUEM QUER O PODER

PELO PODER E A TODO CUSTO


                          


AQUI SÃO AS PROMESSAS DO RC 40, AS QUAIS FORAM DITAS E DEIXADAS DE LADO, E O QUE É PIOR, COMEÇOU COMO 40, PASSOU PARA O 90 E AGORA É 12, ESSA DÚZIA COM CERTEZA É MEIA, E OLHE LÁ.


quinta-feira, 13 de outubro de 2016

"QUEM NÃO TEM DINHEIRO, NÃO TEM 

QUE FAZER UNIVERSIDADE", 

DIZ DEPUTADO


LUCIO BERNARDO JR

O deputado federal Nelson Marquezelli (PTB-SP) tentou justificar o seu voto favorável à PEC 241, afirmando que "quem não tem dinheiro não estuda", porque o governo não deve gastar dinheiro com o ensino superior. E disse mais. Segundo ele, "o governo vai deixar todo mundo no fundamental" e que "universidade tem que cortar mesmo".
Num vídeo que circula nas redes sociais divulgado pela União Nacional dos Estudantes (UNE), o parlamentar disse em conversa com alguns representantes do Grêmio Estudantil Cecília Meirelles (GECM), do Instituto Federal de Goiás, que "as condições que o PT deixou o país, se não tiver uma PEC para refrear os investimentos só no período inflacionário, daqui há dez anos fatalmente o país quebra".
Questionado se o governo não deveria cortar de quem tem, Marquezelli disse: "Tem que cortar universidade, tem que cortar". E completa: "Nós vamos deixar (o investimento) no ensino fundamental. E quem pode pagar (universidade), tem que pagar. Meus filhos vão pagar", argumenta Marquezelli. "Quem não tem (dinheiro), não faz".
Novamente questionado sobre pessoas que não têm acesso à saúde, podendo só contar com o sistema público, o parlamentar é enfático: "Como que não tem? Se cuida! Eu vi um cara reclamando aí com um cigarro na mão, reclamando que não é atendido. O cara fuma três maços de cigarro por dia...".
Marquezelli no Merendão
Nelson Marquezelli foi alvo da Operação Alba Branca que apontou a distribuidora de bebidas do deputado como um dos endereços de suposta entrega de propinas da quadrilha da merenda escolar que agia em pelo menos 22 prefeituras e mirava em contratos da Secretaria da Educação do governo Geraldo Alckmin (PSDB). O deputado nega as acusações.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Juiz decreta prisão de sargento 

da PM que prendeu filho de juiz 

em blitz da Lei Seca


Juiz decreta prisão de sargento da PM que prendeu filho de juiz em blitz da Lei Seca


O Juiz José Cavalcanti Manso Neto expediu decisão na terça-feira (24).Caso aconteceu em 18 de março, durante operação da Lei Seca.
O juiz José Cavalcanti Manso Neto decretou, na última terça-feira (24), a prisão preventiva e o afastamento do sargento da Polícia Militar Esmeraldino Bandeira de Melo Júnior depois que ele deu voz de prisão ao filho do juiz, durante uma blitz da Lei Seca em Maceió.
Em sua decisão, o juiz José Cavalcanti Manso Neto entendeu que o sargento Bandeira violou artigos do Regulamento Disciplinar da Polícia Militar do Estado de Alagoas, como “agir com absoluta ausência de respeito à dignidade da pessoa humana, compostura, educação, civilidade, moderação na linguagem falada, proferindo palavras depreciativas ao abordado”.

Flamengo 3 x 0 Santa Cruz, análise de João urubu

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

PEC que limita gastos públicos

por 20 anos avança na Câmara

Aprovada por comissão especial nesta quinta-feira 6/10/16, a proposta que prevê o congelamento do orçamento da saúde e da educação a partir de 2018 por 20 anos.

Protesto

Quatro dias após as eleições municipais, o congelamento de gastos públicos, com impacto significativo nos orçamentos da saúde e da educação, avançou no Congresso. Após mais de seis horas de debate na comissão especial dedicada ao tema, 23 dos 30 deputados votaram nesta quinta-feira 6 pela aprovação do texto-base da Proposta de Emenda à Constituição 241, que limita as despesas do governo federal à variação do índice oficial de inflação (IPCA) aferida no ano anterior.
Os sete deputados que votaram contra a proposta são do PT, PCdoB, PDT e Rede.A comissão rejeitou oito destaques apresentados pelas legendas de oposição. 
Durante a sessão, o presidente do colegiado, Danilo Forte (PSB-CE), expulsou dois manifestantes.O primeiro era um professor, que protestava contra a falta de recursos para a educação pública. “Não tem nem papel para limpar a bunda nas escolas”, bradou. Retirado do plenário com truculência pelos seguranças, ele desmaiou no corredor e precisou passar por atendimento médico. O outro foi removido após gritar “não à PEC da Morte”, como a proposta foi batizada pelos opositores.
A proposta será levada ao plenário da Câmara, em primeiro turno de votação, na próxima segunda-feira (10). Para diminuir resistências parlamentares à aprovação, o relator Darcísio Perondi (PMDB-RS) combinou com o governo uma mudança no projeto.
O congelamento dos recursos de saúde e educação começaria não em 2017, como previa a proposta original do governo, mas em 2018. A restrição para as demais áreas terá início no próximo ano. Desse modo, levará mais tempo para a população sentir os efeitos da falta de verba em hospitais e escolas e, talvez, isso não afete o humor do eleitorado na campanha para deputado e senador em 2018.
Além disso, o novo relatório estabelece que a base de cálculo do piso da saúde em 2017 será de 15% da receita líquida, e não de 13,7%, como previsto inicialmente. A mudança assegura cerca de 112 bilhões de reais para a área no ano que vem, 8 bilhões a mais.
A modificação tinha sido acertada na segunda-feira 3 por Perondi em reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, autor intelectual da proposta. Pelo plano do governo, o congelamento por 20 anos será incluído na Constituição. Para ser aprovada, a proposta precisa passar por duas apreciações plenárias tanto na Câmara quanto no Senado. A intenção do governo é liquidar as quatro votações ainda neste ano.
Como se trata de alteração constitucional, sua aprovação exige o apoio de três quintos dos votos na Câmara e no Senado. Ou seja, 308 deputados e 49 senadores, um quórum alto e sempre difícil de ser alcançado.
Deputados

O relatório foi apresentado na comissão especial que a Câmara instalou em agosto para examinar o projeto. Adversários do governo bombardearam a ideia, mesmo com a mudança feita por Perondi. “Isso é um crime, o Brasil possui 60 milhões de analfabetos funcionais, a educação precisa de mais dinheiro, não de menos”, afirmou Ivan Valente (PSOL-SP). O relator PEC 241, Darcísio Perondi, confabula com André Moura e Danilo Forte.
A oposição tentou aprovar requerimentos de adiamento da votação na comissão. Todos foram derrotados pelos aliados do Planalto. "Os governistas dizem que já debateram muito, mas essa comissão caminhou em plena campanha municipal. Não teve, na verdade, debate. No dia seguinte à eleição, eles retornam com a disposição de votar logo para não deixar a sociedade conhecer a proposta e se mobilizar”, criticou a líder da oposição, Jandira Feghali (PCdoB-RJ), em entrevista à TV Carta.
O congelamento dos gastos públicos é o coração da política econômica de Temer. Em recente debate na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse que, com o congelamento, vão melhorar as expectativas do “mercado” em relação ao Brasil e, sendo assim, haverá mais investimentos privados.
Segundo um líder de partido governista na Câmara, o congelamento será uma espécie de teste. Se o governo não for capaz de aprová-lo, também não conseguirá aprovar a reforma da Previdência, outra proposta em elaboração, nem mudanças na legislação trabalhista

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Supremo mantém possibilidade de prisão

a condenados em

2ª instância



O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (5), por 6 votos a 5, manter entendimento definido pela própria Corte em fevereiro que permitiu a possibilidade de prisão após uma condenação por colegiado de segunda instância.
As ações julgadas pelo Supremo nesta quarta haviam sido apresentadas pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelo Partido Ecológico Nacional (PEN).
A entidade dos advogados e o partido político queriam garantir a possibilidade de condenados em segunda instância recorrerem em liberdade enquanto não estivessem esgotadas as possibilidades de recurso, o chamado "trânsito em julgado".


A maioria dos ministros da Suprema Corte entendeu que qualquer pessoa pode começar a cumprir uma pena desde que tenha sido condenado por um tribunal de Justiça ou por um tribunal regional federal (TRF), ainda que tenha recursos pendentes no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou no STF.

O entendimento, fixado em fevereiro pelo tribunal em um processo individual, poderá continuar sendo aplicado a todos os casos sobre o mesmo tema que tramitam na Justiça. Se algum juiz não a seguir, caberá recurso para derrubar a decisão.

Votaram a favor da prisão depois de condenação em segunda instância os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Luiz Fux, Gilmar Mendes e a presidente do STF, Cármen Lúcia.
Já o relator do processo, Marco Aurélio Mello, e os ministros Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello votaram contra a possibilidade de prisão antes que se esgotarem todas as possibilidades de recursos.
Com a decisão, políticos sem foro privilegiado no Supremo, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), podem vir a ser impactados diretamente com o novo entendimento.
O juiz Sérgio Moro, que conduz a Operação Lava Jato em primeira instância, defendeu em diversas ocasiões a possibilidade de prisão em casos de condenação por colegiado em segunda instância.
O julgamento das ações começou em setembro, quando o relator do caso votou contra a prisão mesmo depois de condenação em segunda instância. Na ocasião, o magistrado defendeu a libertação de todas as pessoas presas que ainda tenham recursos pendentes de decisão em tribunais superiores.
Na sessão desta quarta, a Corte retomou a análise das duas ações. A OAB e o PEN argumentavam que a “presunção de inocência” deve prevalecer até a decisão final e definitiva de um processo na última instância judicial.
A maioria dos ministros, no entanto, entendeu que a culpa pode ser verificada após uma segunda condenação pela Justiça.