Após eliminação no Nordestão, Falcão é demitido pela diretoria do Sport.
Contratado por ser a favor de trabalhos a longo prazo e empolgado com a diretoria do Sport, que não costuma demitir treinadores, o técnico Paulo Roberto Falcão não conseguirá cumprir o seu vínculo como Rubro-negro. Ele não resistiu ao resultado do último domingo, quando o Leão foi eliminado pelo Campinense na semifinal da Copa do Nordeste. Mais do que o resultado em si, pesou na decisão da diretoria o fato de o time não conseguir evoluir desde o começo do ano.
O auxiliar-técnico Thiago Gomes permanece no clube e comanda o time na próxima quinta-feira, no primeiro duelo das semifinais do Campeonato Pernambucano, contra o Salgueiro.
O ano de 2016 do Sport tem sido cheio de críticas ao time e, especialmente, ao técnico, que foi chamado de “burro” diversas vezes pelos torcedores, no primeiro duelo diante do Campinense, na Ilha do Retiro. Na ocasião, o treinador não estava conseguindo fazer o time render e gerou a ira dos rubro-negros.
O Sport realizou 21 jogos em 2016 e o aproveitamento de Falcão no ano é de apenas 53%, com dez vitórias, quatro empates e sete derrotas. O Leão deu vexames, como nas derrotas para América-PE e Salgueiro, ambas em casa, mas também conseguiu vencer jogos importantes, como os clássicos contra Náutico e Santa Cruz, por exemplo.
A história de Falcão no Sport começou no ano passado. Ele foi contratado no dia 20 de setembro depois da saída de Eduardo Baptista para o Fluminense. Ao todo, Falcão fez 34 jogos e encerrou a sua participação com um aproveitamento de 55%.
A partir de agora, a diretoria começa a trabalhar em busca de um novo treinador e a ideia é que ele já comande o time na quinta-feira, quando o Leão enfrenta o Salgueiro e começa a decidir uma vaga na final do Campeonato Pernambucano. Como de costume, a política na Ilha do Retiro é de silêncio, mas existe a grande chance de Alexandre Gallo encabeçar a lista.
Antes de contratar Falcão, o Leão chegou a negociar com Gallo e teve conversas avançadas, mas Falcão era um desejo antigo do presidente João Humberto Martorelli e acabou virando a primeira opção.
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