https://youtu.be/izUjSxjW-gA

vamos trabalhar para o coletivo, preciso do seu apoio, juntos somos muito mais fortes, temos projetos para serem concretizados.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Debandada argentina? 'Vários pensam 

em não seguir na seleção', revela Aguero

Sergio Aguero consola Lionel Messi após derrota da Argentina na Copa América

Lionel Messi pode não ser o único a deixar a seleção da Argentina após o vice-campeonato da Copa América Centenário. Embora o craque do Barcelona tenha sido o único a anunciar que não vestiria mais a camisa alviceleste após a derrota para o Chile, outros podem tomar a mesma decisão.
Quem revela é o atacante Sergio Aguero, em declarações também na noite deste domingo. "Há vários jogadores que pensam em não seguir na seleção", disse o jogador do Manchester City.
Segundo a imprensa argentina, além de Messi e do próprio Aguero, a lista de atletas que podem ter disputado seu último jogo com a seleção também conta com Mascherano e Higuaín.
"É a pior derrota que sofremos, pior que as outras duas finais. Aqui se pensa que o melhor (a se fazer) é o momento de deixar lugar para outros jogadores", acrescentou Aguero.
"Hoje é o pior vestiário que vi na seleção. Já vi Leo assim, disse que não pode ficar dessa forma por causa de um pênalti. Ele fez tudo possível para estar aqui. Ele deve se perguntar ‘por que eu, por que outra vez em uma final'. São coisas que acontecem, mas não posso acreditar."
A derrota nos pênaltis para o Chile, após empate em 0 a 0 no tempo normal, foi a terceira seguida da Argentina em uma final, após vices também na Copa do Mundo de 2014 e na Copa América de 2015. O jejum sem títulos da seleção já dura 23 anos.

ANISTIA DE TEMER A ESTADOS CONTRA

DIZ DISCURSO DO GOVERNO QUEBRADO


Luiz Chaves/Palácio Piratini: <p>BRASÍLIA, DF, BRASIL 20.06.2016: O governador José Ivo Sartori chegou por volta das 10h30 na Residência Oficial de Águas Claras, no Distrito Federal, para reunião com governadores que trata sobre a dívida dos Estados </p>

Após chegar ao poder com um impeachment construído sob a tese de que a presidente Dilma Rousseff quebrou o País com suas "pedaladas fiscais", o interino Michel Temer toma mais uma decisão que contribui para a deterioração das contas públicas, ao conceder aos estados carência de seis meses nos pagamentos de suas dívidas; até agora, Temer já ampliou o déficit para R$ 170 bilhões (o que deve se repetir em 2017), concedeu reajustes ao Poder Judiciário, permitiu a criação de cargos de confiança no Legislativo e concedeu subsídios aos governadores; além disso, aumentos de impostos foram descartados para não contrariar o empresariado; o resultado da gestão provisória será um país em condições fiscais muito piores do que as que foram entregues pela presidente Dilma Rousseff; Temer comentou a renegociação: "Depois de um longo inverno, parece que a luz se acendeu no horizonte"
BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e governadores fecharam acordo nesta segunda-feira sobre a renegociação da dívida dos Estados com a União, por meio do qual não terão de desembolsar nenhuma parcela por seis meses, afirmou o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB).
Segundo ele, os Estados voltarão a pagar suas parcelas da dívida em janeiro, de forma escalonada. Meirelles esteve reunido nesta tarde com diversos governadores para tratar sobre o tema.
"Teremos uma carência no pagamento da dívida de seis meses. A carência total. Depois, nós teremos a partir de janeiro uma redução proporcional em 18 meses", afirmou Rollemberg a jornalistas, acrescentando que a parte da dívida que foi judicializada será paga pelos Estados em 24 meses.
Em princípio, os Estados queriam carência total por dois anos, enquanto o Tesouro havia proposto pagamento da dívida de 100 por cento até julho e, a partir daí, cairia a cada bimestre até chegar a 40 por cento em julho de 2017, patamar que ficaria congelado até dezembro daquele ano. A partir daí, voltaria cair até zerar a carência em 2018.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Firmo Camurça recebe Prêmio Melhores Prefeitos do Ceará 2016



O prefeito de Maracanaú, Firmo Camurça, está, pelo quarto ano consecutivo, na lista dos Melhores Prefeitos do Ceará. A entrega da 29ª edição do Prêmio Destaques da Administração Municipal do Ceará 2016, realizada pela PPE – Promoções e Eventos, aconteceu no dia 27 de junho às 19:30 h, durante solenidade no La Maison Coliseu.
Critérios – Foram escolhidos os 37 melhores Prefeitos do Estado por uma Comissão Julgadora, capitaneada pelo engenheiro Roberto Farias e seu filho Leonardo Filho e mais 35 convidados. Entre os critérios analisados para definir os vencedores estão o Selo Verde, Menor Mortalidade Infantil, Menor Índice de Analfabetismo, além dos 60.089 votos pela internet que apontaram os melhores gestores municipais do Ceará. A comissão apuradora foi presidida por Irapuan Aguiar e integrada por Walmir Rosa, da Procuradoria Jurídica da Assembleia, Gabriela Antunes, do Tribunal de Contas do Estado e profissionais da imprensa.
A lista – Além de Maracanaú, a lista apontou com destaque os gestores das seguintes Cidades: Camocim, Tauá, Granja, Fortaleza, Brejo Santo, Massapê, Acopiara, Cedro, Maranguape, Mombaça, Novo Oriente, Viçosa do Ceará, Campos Sales, Caririaçu, Pacatuba, Palhano, Quiterianópolis, Boa Viagem, Orós, Milagres, Morada Nova, Horizonte, Potiretama, Eusébio, Acaraú, Parambu, Sobral, Tururu, Aracoiaba, Barbalha, Iguatu, Itatira, Quixeramobim, Russas, São Gonçalo do Amarante e Caucaia. (Oswaldo Scaliotti).
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Pena que o Prefeito Destaque de Maracanaú está na analogia dos professores municipais dando um tiro no pé, ao investir o montante do FUNDEB somente na área da cultura e não diretamente ou parcialmente com os professores do município, categoria essa que sempre foi, é e será descriminada, por possuir uma representatividade inoperante em que muitas vezes fazem acordão na calada da noite em beneficio próprio.
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Val Antunes
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                       Afinal, perícia no Senado pró-Dilma 

pode sepultar impeachment?

Dilma acredita que voltará ao Planalto

A presidente afastada Dilma Rousseff e senadores ligados à petista defenderam que a perícia feita pelo corpo técnico do Senado atesta a falta de motivos jurídicos para oi mpeachment. Já parlamentares favoráveis ao afastamento interpretaram o documento como um reforço aos argumentos dos crimes de responsabilidade.
A análise divulgada nesta segunda-feira (27) responsabiliza Dilma pela edição de créditos suplementares por meio de decreto, sem o aval do Congresso, mas isenta a petista de responsabilidade pelas pedaladas fiscais, atraso de repasses do governo federal para bancos públicos.
As duas medidas são os argumentos técnicos do pedido de impeachment em discussão no Senado. O valor do repasse atrasado é de R$ 3,5 bilhões do Tesouro ao Banco do Brasil para o Plano Safra.
"É um golpe parlamentar porque não há base jurídica para impeachment (...) Os peritos consideraram que eu não participei em nenhum momento do Plano Safra porque isso não é papel do presidente da República. Dizemos isso há muito tempo, mas agora a própria perícia do Senado constatou o mesmo", afirmou Dilma em entrevista à rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul.
"Não há, em nenhum momento, um alerta ou um parecer técnico que diga 'presidenta, se você assinar este decreto estará comprometendo a meta fiscal'. Por isso fica cada vez mais claro que este processo de impeachment não tem base legal, não tem fundamentação", completou a presidente afastada.
A petista disse estar conversando com senadores e com movimentos sociais para viabilizar sua volta. Ela minimizou ainda a conclusão sobre os decretos.
Senadores contrários ao impeachment também reforçaram a isenção da petista quanto às pedaladas.
"Para se caracterizar um crime de responsabilidade de um presidente da República, é necessário que haja sua participação direta. Mas quando vem um parecer e afirma claramente que não há participação direta da presidente no Plano Safra, essa denúncia, que já era frágil, se torna um pretexto para afastar uma presidente eleita pelo povo", afirmou o senador Humberto Costa (PT-PE), líder do governo quando a petista estava no Planalto.
De acordo com ele, as pedaladas são empréstimos bancários, o que desrespeita a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a assinatura de Dilma basta para responsabilizá-la pelos atos.
A junta formada a pedido da defesa é composta pelos consultores Diego Prandino Alves e João Henrique Pederiva, da Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado, e por Fernando Álvaro Leão Rincon, diretor-adjunto da Secretaria de Finanças, Orçamento e Contabilidade do Senado.


             Padre Fábio de Melo, acusado de machismo, 

se explica na web: 'Fui infeliz'

Padre Fábio de Melo se retratou após ser acusado de machista por vídeo, nesta segunda-feira, 27 de junho de 2016

Padre Fábio de Melo se envolveu em uma polêmica nesta segunda-feira (27). O religioso, que já ironizou boatos sobre um falso casamento, está sendo acusado de machismo depois que um trecho de uma pregação feita em 2007 foi divulgado no Twitter. Na mensagem, ele fala de violência doméstica e afirma que as pessoas são responsáveis pela forma como são tratadas.
"Eu sempre digo, as mulheres que são agredidas fisicamente pelos seus maridos, no dia em que ela recebe a primeira agressão, ela que vai determinar para ele se ele vai ter o direito de agredi-lo a vida inteira ou não. É o jeito como ela olha pra ele. Não é nenhuma palavra, nenhum grito que vai dizer 'não me bata', mas é o seu jeito de ser mulher. O agressor só se torna agressor porque a vítima o autoriza".
Criticado pelo post, o sacerdote, comparado ao ator Ricardo Tozzi, se desculpou. "Peço perdão. Eu nunca pretendi dizer que a vítima é culpada. Apenas salientei que a não denúncia reforça o agressor. É muito desconfortável ser promotor do que abominamos. Culpar a vítima é abominável. Se fui infeliz na linguagem, resta-me retratar", escreveu.
"Sempre refleti sobre o risco que uma relação afetiva tem de evoluir para o sequestro da subjetividade. Cresci entre as minorias. Nunca me distanciei dos sofrimentos que vi de perto. Por isto faço questão da retratação", afirmou ele.

O Padre Fábio de Melo e Ana Paula Renault trocaram mensagens após o religioso brincar com o fato da jornalista e Val Marchiori selarem a paz depois de trocarem farpa. "Sim, a paz mundial é possível", escreveu na rede social.
Minutos depois, a mineira respondeu ao tuíte: "Adoro! Já quero o padre Fábio de Melo celebrando meu casório! Será possível também?". Ele, no entanto, colocou uma condição: "Correligionária, só se tiver barconese e cajuzinho na festa". "Para o senhor? Vai ter tudo! Qualquer pedido é uma ordem!


VOLTA DILMA



Temos que colocar em pratica um processo contra todo e todos e qualquer tipo de corruptor e de corrupção, sejamos atentos às ações do dia-a-dia para juntos formarmos uma nação forte e desprovida de alguns males da humanidade, iniciemos aqui uma nova era, que Deus esteja conosco, vamos precisar sempre.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Leonardo homenageia o irmão Leandro, morto há 18 anos: 'Memória do coração'

Leonardo homenageia o irmão Leandro, morto há 18 anos, com foto antiga nesta quinta-feira, dia 23 de junho de 2016

Um dia depois de ser celebrada a missa de um ano pela morte de Cristiano Araújo, a música brasileira lembrou a perda de outro ídolo: Leandro, da dupla com seu irmão Leonardo, morreu vítima de câncer há 18 anos. Em suas redes sociais, o avô-coruja de Noah usou as redes sociais para homenagear o irmão.
"Dezoito anos sem você, Leandro. A saudade é a memória do coração", legendou o sertanejo que ganhou indenização da Globo após gafe no "Domingão do Faustão" em uma foto antiga dos dois. Nos comentários, fãs do cantor também deram apoio ao cantor e sua família.
"Eu era criança e fiquei tão triste. Saudades eternas!", comentou uma fã. "Nunca estamos preparando pra isso né, Leonardo? Mas o amor permanece vivo em nossos corações", escreveu outra. "Ele deixou muitas saudades pro Brasil inteiro...", lamentou mais uma.
Milhares de fãs se reuniram na noite desta quarta-feira (22) em uma missa na Paróquia Nossa Senhora da Assunção em homenagem ao um ano de morte de Cristiano Araújo. Em um dos momentos mais emocionantes da celebração, João Reis, pai do sertanejo, levou Bernardo, de 3 anos, filho caçula de Araújo, no altar e agradeceu o carinho dos fãs.
"Obrigado por amarem o Cristiano como todos nós amamos. Obrigado por tudo", afirmou João. Também foi marcante quando o irmão caçula de Cristiano, Felipe Araújo, que acaba de gravar seu primeiro DVD, cantou a música "Noites Traiçoeiras".

quinta-feira, 23 de junho de 2016


Simony desabafa sobre final
do Power Couple e fala
sobre pressão alta


Ela, que chegou na final junto com Laura Keller e Jorge Souza, que acabaram ganhandonem ficou por perto para dar entrevistas após terminar a exibição do programa na Record, alegando que teve uma alta de pressão.
Pois agora ela correu para a sua conta Instagram e fez um belo de um desabafo, falando, inclusive, pela primeira vez sobre o mal estar que sentiu no dia da final. O post está na conta da atriz, que é privada, mas foi reproduzido pelo jornal Extra:
Ninguém gosta de perder, é claro. Mas, pra mim, esse programa é página virada. Fecho hoje esse ciclo. E começo um novo na minha vida. Fui usada, a edição me prejudicou demais, sim. Eu sorri, eu cantei, eu brinquei, cozinhei e nada disso foi mostrado. Enfim, vida que segue. Ontem, minha pressão subiu, fui atendida e saí de lá direto para o médico. Muito stress, pressão e, como vocês viram, fui muito atacada ontem. Agora é ficar de repouso e cuidar dessa pressão. Ainda tenho muito trabalho pela frente. Quero muito agradecer a todos vocês pelo carinho amor dedicação. Somos muito mais do que aquela porcentagem, né? Mas nem vou entrar nesse assunto. PEÇO EDUCAÇÃO NAS MINHAS REDES SOCIAIS. QUEREM ME XINGAR, DENEGRIR. FAÇAM ISSO NA SALA DA SUA CASA, NO ESPELHO OU NA PQP, MENOS AQUI. ESSE MEU ESPAÇO.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Após fazer sucesso vendendo trufas

na praia para bancar casamento, 

cearenses ganham cerimonial.



Rafaela Félix Morais, 19 anos, ficou noiva em 2014, mas adiou a união para março de 2017 devido às dificuldades financeiras. Há um mês, ela e o noivo vendem trufas na Beira Mar para bancar o casamento, mas foi depois que a foto do casal foi divulgada nas redes sociais que o sonho ficou mais perto de ser realizado. Eles já ganharam cerimonial, fotografia, bolo, convites e vestido.
A venda de trufas começou depois que Rafaela, atualmente desempregada, convenceu o noivo, o auxiliar técnico de portões elétricos Fernando Barbosa Lucas, 24 anos. "Ele tinha muita vergonha, eu que incentivei porque sou mais falante. Eu disse que ele não precisava falar, só segurar a placa", conta, animada.
O casal passou a vender os doces, comprados de uma vizinha, aos domingos, sempre na orla da Beira Mar. "A gente tentou fazer as trufas e não ficou bom, então compramos de uma mulher que mora perto. Todo mundo achava a placa engraçada e na hora da brincadeira o Fernando foi perdendo a vergonha. Até que um rapaz pediu para tirar uma foto da gente e, alguns dias depois, vi que já estava na Internet". 

Na segunda-feira, 20, a fotógrafa Nayara Paz postou a imagem de Rafaela e Fernando no grupo do Facebook "Alguém conhece alguém que...". Ela se comprometeu a presentá-los com as fotos do casamento civil. A imagem circulou nas redes sociais e chamou a atenção do cerimonialista Lukas Almeida, que trabalha há oito anos com eventos. 

"Nós temos o projeto de sensibilizar as empresas para realizar um casamento, por ano, de pessoas que realmente precisam. Fiquei interessado na Faela porque ela não foi pedir nada, eu vi o esforço dela para conseguir realizar o sonho", explicou Lukas ao O POVO Online.Com a campanha de Lukas, a festa do casal já tem garantidos buffet, bolo, convites, buquê e decoração. 

Ainda assim, a jovem disse que não vai encerrar as vendas de trufas. "Meu pai não abre mão de me deixar sair de casa sem casar na igreja. A gente sempre tentou juntar um dinheiro a mais. Vamos continuar vendendo porque queremos pagar os outros gastos, só não vamos na semana por ele trabalha", frisa Rafaela.

A noiva também recebeu mensagens de pessoas que ofereceram maquiagem e sapato. "Eu me emocionei quando a Nayara disse que tinha conversado com Deus. Ele alcançou uma graça dela e ela queria realizar o sonho de alguém", relata. 

Segundo Rafaela, a ajuda que o casal tem recebido é grandiosa. "Primeiramente, a gente agradece a Deus, sem Ele nada disso estaria acontecendo. E depois, às pessoas que estão nos ajudando. Vamos levar isso para vida toda. É um momento único, a nossa ficha ainda não caiu", afirma. 

"Eu recebi uma crítica de uma pessoa que me questionava dizendo que o casamento é muito mais do que isso. Mas para mim, se Deus tinha me deu com fartura, eu preciso dividir", frisa Lukas.
Em dezembro de 2015, a mobilização de internautas no ''Alguém conhece alguém que...” ajudou o casamento de Priscila Maia. A noiva não tinha condições financeiras para alugar um vestido, mas além da roupa da festa ganhou maquiagem, bolo e fotos profissionais. O grupo no Facebook tem mais de 50 mil membros e coleciona histórias marcantes. 


Namoro 

Rafaela e Fernando namoram há cinco anos e se conheceram na igreja Santo Antônio, no Planalto Pici, bairro onde os dois residem. "Eu fazia crisma e ele frequentava a missa. A gente brigava muito no começo, ele enchia meu saco. Uma vez, pegou aquelas amoebas de crianças, fez como se tivesse espirrando e jogou no meu cabelo". 

Os amigos já diziam que as brigas acabariam virando namoro, até que os dois se apaixonaram. "Hoje somos catequistas da igreja e, como nos conhecemos lá, não abrimos mão de casar em outro lugar", diz a noiva.

Fernando cursava Gerência de Saúde na Faculdade Integrada da Grande Fortaleza, mas conseguiu uma bolsa pelo ProUni e iniciará, em agosto, a graduação em Sistema de Mídias Digitais. Rafaela fazia Educação Física na Faculdade Integrada do Ceará, mas trancou o curso para trabalhar. 

Ela já trabalhou em um restaurante de fast food e agora pleita uma vaga de atendente na lanchonete de um cinema. O noivo ajudava a pagar a faculdade dela, mas os dois resolveram economizar no momento. No futuro, ela pretende voltar à faculdade por meio de um financiamento estudantil.

Supremo julga nesta quarta-feira segunda denúncia contra Cunha

Cunha

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar nesta quarta-feira a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O inquérito apura se o peemedebista manteve contas na Suíça abastecidas com propina desviada da Petrobras. A partir das 14 horas, os ministros vão decidir se abrem a segunda ação penal contra o parlamentar nas investigações da Operação Lava Jato.
A denúncia foi apresentada em março pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, depois que o Ministério Público da Suíça enviou ao Brasil, em outubro do ano passado, documentos que mostram a origem de aproximadamente 6 milhões de dólares encontrados nas contas atribuídas a Cunha. De acordo com os investigadores da Lava Jato, os valores podem ser fruto do recebimento de propina em um contrato da Petrobras na compra de um campo de petróleo no Benin, na África, avaliado em mais de 34 milhões de dólares.
Jornalista de afiliada da Globo é encontrada morta no RJ


Morreu, no último sábado (18), aos 25 anos de idade, a jornalista Priscila Teixeira. A profissional, que trabalhava como produtora da Inter TV, afiliada da Rede Globo, foi encontrada morta em um hotel próximo à Praia do Forte, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro.
De acordo com o “G1”, a Polícia Civil não encontrou marcas de agressão no corpo, que foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Araruama.
Contudo, as autoridades trabalham com a possibilidade de envenenamento.
Priscila foi vista pela última vez na tarde de sexta-feira (17), quando saiu de casa e não retornou. Menos de 24 horas depois, diversos amigos compartilharam publicações em uma rede social procurando por ela.
O enterro aconteceu na manhã de domingo (19) no cemitério municipal.
A jovem entrou na Inter TV em 2012, atuando como estagiária na produção de jornalismo. Em 2014 foi contratada como produtora de jornalismo da TV, atuando nas praças de Cabo Frio e Macaé.

domingo, 19 de junho de 2016





Estivemos ontem dia 18/06 às 19:00 h em Reunião de Articulação da Pré-Campanha no Bairro Gbj e ao final uma pequena confraternização com os anfitriões, muito obrigado ao acolhermos, também às 20:30 em um Evento de São João no Bairro Parque Dois Irmãos, ações propositivas e muito proveitosas, graças a Deus.





ARI GONDIM & TV TERÇO APRESENTA LITURGIA DOMINICAL 19-06-2016

sábado, 18 de junho de 2016

Começa a ofensiva política para enfraquecer a operação Lava Jato

Renan Calheiros no dia 7 de junho, no Senado.

Se um delator da Justiça coloca um político contra a parede, o melhor é encampar a proposta para se mudar a lei da delação premiada. Se um procurador pede sua prisão, dá-se o aviso que cinco pedidos de impeachment do magistrado serão analisados. E se alguém disser que não há isenção para fazer essa análise, você cria um fato e diz que três procuradores do grupo de trabalho da operação Lava Jato não têm condições de investigar o caso, por isso, também deveriam se declarar impedidos. Esta foi a maneira que um dos investigados no esquema criminoso investigado pela força tarefa, o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), reagiu às últimas denúncias feitas por um dos delatores do esquema, o ex-senador, ex-presidente da Transpetro e ex-amigo do próprio Calheiros, Sérgio Machado.

As reações do senador alagoano ocorreram na quinta-feira, um dia após a divulgação da delação de Machado, e tiveram um tom de como se nada tivesse ocorrido. O peemedebista conversou tranquilamente com a imprensa por quase meia hora – o que é incomum – e não fugiu de nenhuma pergunta. Citado em onze ocasiões nas investigações, o tom dado por Calheiros só reforçam uma ofensiva política que desde o início das apurações dos desvios bilionários na Petrobras tem crescido. Atualmente, oito projetos tramitam no Legislativo pedindo alterações na atual lei da delação premiada, uma legislação aprovada pelo Congresso no ano de 2013 e, que após garantir ao menos 50 acordos de colaboração, deixou o meio político em desespero.
Os principais pontos reclamados por Calheiros, que já constam de uma das oito propostas de alteração (a assinada pelo deputado petista Wadih Damous), é a de que réu preso não poderia fazer delação e de que se o termo de colaboração vazasse, ele seria anulado. A lógica de Calheiros se baseia em seu próprio caso, que foi gravado pelo então amigo Machado criticando a Lava Jato e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. “No desespero, ele [o delator] envolve até a mãe, quanto mais um amigo”, afirmou a jornalistas na tarde de quinta-feira.
Suas palavras ganham atenção depois que as gravações divulgadas do ex-presidente da Transpetro Sergio Machado mostraram a cúpula do PMDB se articulando por um pacto que estancasse a investigação. Um levantamento feito pelo Ministério Público Federal, no entanto, prevê que menos de 30% das delações premiadas são firmadas por réus encarcerados. Ainda assim, o grupo que luta pela aprovação da mudança nas regras de colaboração diz que esse número causa uma falsa sensação de Justiça. Recentemente, Damous disse que os outros 70% dos delatores seriam pessoas com menor grau de influência no esquema criminoso. Ou seja, na sua avaliação seriam os familiares ou secretários dos peixes-grandes do esquema, os empreiteiros, executivos da Petrobras, políticos e doleiros que teriam sido presos antes de assinarem o termo de delação. Quando Damous apresentou o projeto de lei, Machado, que em nenhum momento esteve detido pela polícia, ainda não havia delatado boa parte da classe política brasileira.
Em evento com empresários na cidade de São Paulo o ministro chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, saiu em defesa do Governo, e disse que a chance de o Planalto ser prejudicado pela Lava Jato é “zero”. Três ministros indicados pelo presidente interino já caíram, todos por incidentes relacionados à operação, e ontem a delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado resvalou em Temer. “A citação ao Temer é gratuita, aquela conversa não aconteceu, não existe Temer nesse negócio”, afirmou.
Questionado, o peemedebista evitou falar sobre o caso específico do presidente do Senado, Renan Calheiros, que também foi mencionado por Machado, e disse que cabe “ao Ministério Público Federal julgar se acha oportuno aprofundar as investigações”. O ministro criticou também o delator Sérgio Machado por “partir do pressuposto de que os políticos todos sabiam que as doações oficiais eram propina”.
“O PMDB tem mais de 2 milhões de filiados, gostaríamos que nenhum tivesse que deixar a vida pública por causa da Lava Jato, mas caso o partido sofra perdas teremos pessoas novas que irão substituí-las”, afirmou. Padilha também não quis comentar a possível ofensiva de Calheiros contra o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que pediu a prisão preventiva do senador – posteriormente negada pelo ministro do STF Teori Zavascki. O parlamentar criticou abertamente a PGR, e estaria propenso a dar encaminhamento a um pedido de impeachment de Janot encaminhado à Casa.
Apesar da tentativa de mudança nas regras, Calheiros reforçou que seu objetivo é “aperfeiçoar” a delação, não alterar a Lava Jato. No mês passado, quando seu nome apareceu nas gravações de Machado, o senador disse que a investigação era intocável. Esse discurso dele ressoa também no Palácio do Planalto. Na quinta-feira, em evento com empresários na cidade de São Paulo, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, aproveitou para elogiar as investigações: “O Brasil será outro depois da operação”. No entanto ele disse “ter certeza” de que as autoridades responsáveis pela investigação saberão concluir seu trabalho, “para evitar que aconteça aqui o que ocorreu na Itália, com a operação Mãos Limpas”. No caso italiano, houve uma contraofensiva do Legislativo, que acabou anulando algumas das conquistas da operação.
Em outro sentido, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também age para tentar desacreditar a Lava Jato. Nesta semana sua defesa e de seus familiares que são investigados na operação entraram com uma representação para que a Procuradoria investigue se o juiz Sergio Moro cometeu abusos na condução dos processos.Os defensores da família Lula acusam o magistrado responsável pela Lava Jato de ter cometido ao menos três supostas irregularidades: conduzir coercitivamente o ex-presidente para prestar depoimento, autorizar mandados de busca e apreensão em imóveis relacionados a ele, e concordar com interceptações telefônicas por um período superior a 15 dias. Pedem que Moro seja investigado por violação à Convenção Interamericana de Direitos Humanos por crimes de abuso de autoridade na condução da Lava Jato na primeira instância. Não há nenhuma decisão sobre a abertura de investigação contra Moro.
A ofensiva contra a operação, porém, é um imbróglio para o presidente interino Michel Temer que além de enfrentar a desconfiança nacional, tem aparecido na mídia estrangeira mais pelos casos de corrupção que afetam o seu Governo, e que implicaram seu nome, do que pelas medidas que tem tomado desde que assumiu há um mês. Qualquer movimento contrário à Lava Jato afundaria sua imagem. Nesta quinta, ele optou por um pronunciamento para desqualificar Machado que o mencionou em sua delação por pedir 1,5 milhão de reais para a campanha de Gabriel Chalita para a campanha a prefeito em 2012. Os recursos seriam ilegais, saídos do caixa de uma das empreiteiras fornecedoras da Transpetro. As declarações de Temer não impediram que ele perdesse seu terceiro ministro, Henrique Alves do Turismo, que teve seu nome implicado na Lava Jato.

Impeachment de Janot

Se a Lava Jato seria impossível de mudar, o mesmo não se pode dizer sobre quem a comanda no Ministério Público. Calheiros prometeu analisar até a próxima quarta-feira cinco pedidos de impeachment do procurador-geral, Janot. Segundo ele, nove deram entrada na Casa e quatro foram arquivados por serem ineptos. A divulgação sobre esses pedidos de impedimento, porém, só vieram à tona agora, quando a cúpula do PMDB é colocada no meio do turbilhão das investigações. Apesar de ser um dos alvos da operação, o peemedebista diz que só vai se declarar impedido de dar andamento aos processos caso seja citado em um deles. “Ainda não li. Se me sentir impedido, não vou decidir”, afirmou.
Logo após essa fala, Calheiros tentou colocar em xeque a atuação de três procuradores da República que já tiveram nomeações para o Conselho Nacional do Ministério Público rejeitadas pelo Senado e, segundo ele, estariam no grupo de trabalho criado por Janot para atuar junto aos processos envolvendo políticos com foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justiça.
O senador citou os procuradores Vladimir Aras, Nicolao Dino e Wellington Cabral Saraiva. Ocorre que nenhum deles está diretamente vinculado ao grupo de 17 procuradores cedidos especificamente para cuidar da Lava Jato. Dino é o vice-procurador-geral eleitoral. Saraiva é o assessor de Janot para tratar de assuntos constitucionais. Aras é o que mais se aproxima dessa investigação porque é o responsável pelo departamento de relações internacionais da procuradoria, mas atua em todas as apurações que envolvem termos de colaboração com outros países, não só os que são alvos dos desvios da Petrobras.
Em nota pública, seis associações de procuradores repudiaram a tentativa de desacreditar o trabalho de Janot à frente da PGR. “O postulado republicano de que todos são iguais perante a lei diz respeito tanto à proteção dos direitos fundamentais quanto ao dever de toda e qualquer pessoa responder por suas condutas ilícitas e criminosas”, diz trecho do documento.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Alvo de pedido de prisão, Renan faz ameaça velada a Rodrigo Janot

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), durante sessão conjunta do Congresso Nacional destinada à apreciação de 24 vetos, 2 projetos de resolução e do PL (CN) 1/2016, que altera a meta fiscal - 24/05/2016

Alvo de mais uma delação, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), subiu à tribuna do plenário para fazer uma ameaça velada ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que já encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de prisão do peemedebista. Calheiros fez questão de ressaltar que a Casa já recebeu nove pedidos de impedimento de Janot e, em seguida, falou que excessos podem ser "corrigidos".
Renan disse que quatro ações contra o procurador já foram arquivadas e que analisará os novos pedidos com o mesmo critério e "sem nenhuma preponderância de fatores políticos ou pessoais". "Instituições não se prestam e não podem servir de biombos para persecuções individuais. Quando há um excesso contra o indivíduo, eu já disse aqui e queria repetir, ele é assimilável, ele é corrigível, não pode haver excesso contra a instituição", afirmou na tribuna do Senado.
O peemedebista prometeu se declarar impedido caso os pedidos de impedimento de Janot trouxerem alguma citação a ele e disse que na próxima quarta-feira vai tornar público o despacho sobre o novo pedido de ação contra Janot.

Vieram à tona declarações feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sergio Machado em acordo de delação premiada. Segundo ele, Renan fazia pressões por maiores repasses de propina e, em meio às cobranças, passou a ser alvo de notas na imprensa segundo as quais estaria de saída da empresa. De imediato, entendeu o recado e confirmou ao Ministério Público que "precisava ser eficaz na arrecadação de propinas ou não ficaria no cargo".
"Já fiz questão de depor duas vezes, de responder todas as perguntas que me fizeram, e farei assim com todas as investigações. Mas não é comum nem é lúcido você investigar por citação, por ouvir dizer por terceiros, por depoimento de terceiros que não tem nada a ver, e fazer dez, quinze citações e, pelo mesmo motivo, arquivar aqui citações de Senadores na mesma delação. Isso não pode acontecer, sobretudo por orientação de um conjunto de uma força-tarefa que é composta por três procuradores rejeitados aqui pelo Plenário do Senado Federal", disse o presidente do Senado.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Irmão de Tite crava: "Assume 
hoje a Seleção Brasileira"

Irmão de Tite afirmou que ele aceitou o convite de Marco Polo Del Nero (Foto: Marco Galvão/Lancepress!)

Logo após a confirmação do fim da segunda passagem de Dunga como técnico da Seleção Brasileira, Tite se reuniu com membros da CBF. Embora o acordo ainda não tenha sido selado, Ademir Bacchi, irmão do técnico do Corinthians, afirmou que ele será mesmo o novo comandante do Brasil.
- Tite assume hoje a Seleção - cravou Ademir, em entrevista por telefone ao "Portal Band", nesta quarta-feira, encerrando a ligação logo em seguida.
Na noite da última terça, Tite chegou ao Rio de Janeiro no jatinho da CBF e chegou à sede da entidade às 20:50 h. Ele deixou o prédio por volta das 23:45 h desta terça-feira, sem falar com jornalistas.
Segundo informou a assessoria de comunicação da CBF, houve "uma primeira conversa", considerada "produtiva, mas inconclusiva".

terça-feira, 14 de junho de 2016

'Velho Chico': Santo se emociona com 
discurso de Miguel e aceita parceria.

Santo (Domingos Montagner) e Miguel (Gabriel Leone) se tornam parceiros em um projeto de agronomia sustentável, em junho de 2016, na novela 'Velho Chico'

Sem saber que são pai e filho os dois vão trabalhar juntos em um projeto da cooperativa que vai contra a ideologia do coronel Saruê (Antonio Fagundes).
O sangue fala mais alto na novela "Velho Chico". Nos próximos capítulos da trama das nove, mesmo sem saber que são pai e filho, Santo (Domingos Montagner) e Miguel (Gabriel Leone) vão decidir trabalhar juntos em um projeto de plantio sustentável. O líder da cooperativa aceita a parceria com o neto do Saruê (Antonio Fagundes) e Olívia (Giullia Buscacio) e faz um alerta: "Vocês imaginam o que vamos ter de enfrentar?".
Tudo acontece depois que Miguel pede para conhecer Santo e para surpresa de todos o agricultor concorda em receber o herdeiro de seu inimigo. Quando vê o rosto do filho de Tereza (Camila Pitanga), o marido de Luzia (Lucy Alves) tem uma sensação de familiaridade e os dois conversam.
Santo fica balançado com a proposta de Miguel para salvar as pequenas produções da região e Olívia logo dá um jeito de marcar um segundo encontro dos dois, na casa de Dona Ceci (Luci Pereira). "Acabei de comprar uma briga dos diabo com sua mãe e seu tio e você já me vem com mais enrosco", diz o filho de Piedade (Zezita Matos) à filha quando chega ao local e encontra o neto de Afrânio.
Santo e Miguel firmam a parceria no projeto.
Santo fica emocionado com o discurso de Miguel sobre a mudança necessária na relação do homem com a agricultura. O agrônomo sugere que a cooperativa dê suporte para que Olívia encabece o projeto, se dispõe a ajudar com o conhecimento acadêmico e propõe que Ceci entre com o conhecimento prático. "Uma simbiose. uma cooperação benéfica para todos. Sem exploração, sem competição, sem rivalidade...", explica, e o agricultor completa, comovido: "O esforço de um gera o bem-estar de todos".
Contudo, Santo avisa que executar o projeto não vai ser fácil: "Quando o Saruê souber... Vocês imaginam o que vamos ter de enfrentar?". "Eu imagino. Mas esse projeto é muito maior que nós", garante o rapaz. "É. É um projeto de uma vida!", finaliza o presidente da cooperativa. Saiba o que vem por aí em "Velho Chico" no nosso resumo da semana. E veja os principais destaques das tramas no Papo de Novela.
Em ação de improbidade, MP pede que Eduardo Cunha devolva R$ 20 milhões e fique sem direitos políticos por 10 anos

O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), comparece ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), para fazer sua defesa.

O Ministério Público Federal apresentou à Justiça Federal do Paraná ação de improbidade contra o presidente afastado da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com pedido para que o parlamentar fique o período de 10 anos sem direitos políticos e sem a possibilidade de ocupar cargos eletivos. Na ação, a força-tarefa da Operação Lava Jato ainda quer que o peemedebista seja condenado a devolver 5,76 milhões de dólares, ou cerca de 20 milhões de reais na cotação de hoje, por evidências de enriquecimento ilícito. Mesmo com foro privilegiado, Eduardo Cunha responde a processos de improbidade na 1ª instância.
A ação de improbidade foi apresentada também contra o ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada, contra o lobista do PMDB João Augusto Henriques, contra o empresário português Idalécio Oliveira e contra a jornalista e esposa de Cunha, Cláudia Cruz. No processo, os procuradores pedem que, condenados, os réus paguem 10 milhões de dólares (ou 35 milhões de reais na conversão apresentada pelo MP) como reparação de danos à Petrobras, tenham os direitos políticos suspensos por dez anos e sejam proibidos de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais também por dez anos. No caso de Cláudia Cruz, os pedidos de sanção incluem a perda do equivalente a 4,46 milhões de reais por enriquecimento ilícito.
Ao apresentar o pedido à justiça, o Ministério Público afirmou que o empresário Idalécio de Castro Rodrigues de Oliveira pagou propina ao deputado Eduardo Cunha para ser beneficiado em um contrato de aquisição dos direitos de participação na exploração de um campo de petróleo no Benin. Ao todo, teriam sido pagos a Cunha 1,311 milhão de francos suíços, o equivalente a 1,5 milhão de dólares. Na transação, o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Jorge Zelada teria atuado como intermediário no acerto dos valores.
Os negócios entre a Petrobras e o governo do Benin foram alvo de auditoria, que acabou por identificar que a empresa africana tinha capacidade financeira ignorada na época da transação e que os custos da exploração dos poços de petróleo no país foram supervalorizados. O Ministério Público conseguiu mapear o caminho do dinheiro movimentado na transação e a participação do lobista ligado ao PMDB João Augusto Henriques, apontado como destinatário de pelo menos 10 milhões de dólares em propina na transação. "Além de ter-se mostrado acentuadamente danosa ao patrimônio da estatal, [a transação no Benin] foi entabulada com o intuito principal de distribuir vantagens indevidas aos agentes públicos Jorge Zelada e Eduardo Cunha, destacados participantes do esquema criminoso que se instalou na estatal, para o qual concorreram e se beneficiaram João Henriques e Idalécio Oliveira, além de também ter-se beneficiado Cláudia Cruz", dizem os procuradores. Nas investigações, foram encontrados registros de que a offshore Acona Internacional repassou 1,311 milhão de francos suíços para a conta Orion SP, que pertence a Eduardo Cunha. A partir da Orion, novos repasses foram feitos para contas ligadas ao deputado e a Cláudia Cruz.
Segundo os investigadores, há "veementes indícios de enriquecimento ilícito do Deputado Federal Eduardo Cunha, em desproporção aos seus rendimentos lícitos obtidos como parlamentar, evidenciado pela movimentação de valores expressivos nas contas Orion SP, Triumph SP e Netherton mantidas no exterior, por ele controladas, além de ter-se beneficiado dos valores mantidos na conta Kopek, de titularidade de sua companheira Cláudia Cruz e que era alimentada por aquelas primeiras contas". No processo, o MP detalha a influência do congressista na nomeação de Zelada para a Petrobras e afirma que "não há dúvidas de que o parlamentar Eduardo Cunha estava envolvido no esquema de corrupção instalado na Diretoria Internacional da Petrobras".